Pescadores por exemplo.
Alguém novo entra no grupo e vai à pesca, não sabe nem meter o isco no anzol.
Chega a um dos elementos e pergunta.
- Eh pá desculpa lá como meto o isco no anzol?
- Olha estás a ver a biblioteca nacional? Vais lá e procuras.
O novo fica realmente interessado em ser simpático, cooperante ou até mostrar que pescar com rede, também é giro.
O elemento tem sempre alternativas.
1ª - Olha vem comigo e vê.
2ª - olha não te posso/quero mostrar mas se fores á biblioteca procurares o livro da 3 estante na 4 parteleira com o nome como colocar o isco na página 15 tens lá isso tudo.
3ª - Fazes assim, agarras na minhoca e espetas-la no anzol, com cuidado para não a esborrachares e toma cuidado com os dedos, vê lá se consegues.
4ª - Não te sei explicar isso mas se vires este filme está lá tudo.
Normalmente uma das hipóteses aparece logo a seguir ao momento de indignação do novo.
Para que se pertence a um grupo se ele nos tenta rejeitar logo que se chega?
Se a ideia do novo foi só chatear no primeiro dia, logo se irá embora por não ter nada a aprender ou a ensinar ou se caso disso, expulsasse.
Até parece que, a ideia é esconder ou deixar o novato a penar e a pedir muito, para que o segredo, lhe seja revelado.
Filosofia de alguns membros de alguns grupos, olha mais um para vir para aqui chatear chegam não sabem nada e temos de lhes estar a explicar tudo, esquecem-se é que normalmente essa é a filosofia que deve ser seguida nos grupos, explicar ou apontar o caminho ou, até mesmo, só apoiar por não se saber também. Até parece que, foi o que lhe fizeram e que agora, tem vergonha de reconhecer que não sabe.
Num grupo real de todo o terreno, era giro se um atascado pedisse ajuda e lhe viessem com a história do, olha procura no Google.
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