Desejo ardentemente que neste momento nenhum Doutor esteja a ver a SIC, já não vejo grande problema que os doutores a estejam a ver.
Conheço Doutores que confiantes nos seus conhecimentos não têm a necessidade de ostentar o título, outros que são ostensivos mas que até os compreendo, na realidade esforçaram-se e trabalharam para o poder fazer.
Conheço também doutores que sem saberem o que isso é, permitem que lhes seja atribuído tal título, penso que, o ego por ser demasiado pequeno, sente necessidade de ser insuflado por palavras, ditas por pessoas numa ingenuidade que por vezes choca e raia o servilismo.
Na SIC neste momento está lá um desses doutores, que ainda não ouvi a negar o titulo.
É pena, que esta gente (sobre)viva à custa de pessoas que mergulham nas tristezas da vida e que vêm nos que aparecem na televisão como a tábua de salvação que muitas vezes receiam e recusam, daqueles que mais perto se encontram.
Não querem pensar, não querem procurar a verdadeira ajuda e esperam que 0,60+iva lhes resolva a vida e lhes mostre o futuro, não aquele de luta e esforço mas aquele brilhante e sorridente que acontece naquela caixa.
(no priberam)
doutor
s. m.
1. Indivíduo que recebeu o maior grau universitário, com direito a usar as insígnias de borla e capelo.
2. Homem douto em ciências ou letras.
3. [Por extensão] Bacharel formado.
4. [Religião] Dogmatizador arguto.
5. [Informal] Pessoa ignorante e pretensiosa.
6. Bacio.
Ler cartas com bonecos não é ciência, jogá-las já me parece que tem alguma.
Restam as três últimas.
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